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Declaração · Democracia, eleições e instituições · Desinformação e ataques à imprensa · Atuação parlamentar dos filhos

No Senado, Flávio Bolsonaro critica liminar do STF sobre a Lei do Impeachment e diz que "a democracia está ameaçada"

Flávio Bolsonaro · 3 dez. 2025 · Fala pela Liderança na 184ª Sessão Deliberativa Ordinária do Senado, como senador (PL-RJ), após decisão liminar do ministro Gilmar Mendes que, segundo o resumo oficial, suspendeu trechos da Lei 1.079/1950 · Plenário do Senado Federal, Brasília · Plenário do Senado Federal (texto integral pela API de Dados Abertos; DSF de 04/12/2025, pp. 68–71) · Situação editorial: Revisão de fontes

Auditada — pronta para revisão humana em 14 out. 2026 — Texto conferido no texto integral oficial do Senado. Pronta para revisão não significa aprovação.

Registro em revisão de fontes; não publicado.

“Agora muda-se uma lei de 1950 com uma decisão liminar e monocrática, quer dizer, não tem urgência nenhuma. [...] Estão mudando agora o entendimento preocupados com a possível bancada de Senadores que possa se eleger aqui em 2026 e que vá promover impeachment de Ministro Supremo. [...] E, se os caras acordarem de mau humor, vão tomar medidas judiciais contra esses veículos de imprensa, porque estão atentando contra a democracia. [...] Agora não dá para falar que a democracia não está ameaçada. Desculpe-me, a democracia está ameaçada. [...] vamos colocar em pauta os projetos que vão na linha de uma redemocratização do Brasil.”

Transcrição conferida no registro original · marcação de tempo: DSF de 04/12/2025, pp. 68–71 (a API não informa horário)

Registro original:

Contexto

Antes da fala: Disse que os "abusos" do STF "até então tolerados, porque eram contra o Bolsonaro" agora atingiam o Senado. Citou mudanças de entendimento sobre foro e julgamento por turma "para pegar o Bolsonaro" e comparou o momento ao conto "O Alienista", de Machado de Assis. Lembrou ter perguntado ao procurador-geral Paulo Gonet, na sabatina, sobre a competência para pedir impeachment de ministro do STF.

A decisão de Gilmar Mendes não foi consultada; o resumo oficial do Senado diz que ela "suspende trechos da Lei no.1079/1950 (Lei de Crimes de Responsabilidade)". O senador também disse que não fazia "nenhuma incitação institucional" (§ 13).

Depois da fala: Afirmou que "um monte de gente" está "fora do Brasil, exilada, passando fome" denunciando abusos e defendeu, como primeiro passo, que o plenário do STF derrube a decisão monocrática.

Por que importa

Senador afirmou que a democracia está ameaçada pelo STF e defendeu pautar projetos de "redemocratização do Brasil".

Esclarecimentos e retratações

Nenhum esclarecimento ou retratação localizado na pesquisa.

Dossiês relacionados

Limitações

  • Decisão liminar de Gilmar Mendes e seu alcance não consultados.
  • Os "projetos que vão na linha de uma redemocratização" não são identificados no texto.
  • Reações de terceiros fora do plenário não pesquisadas nesta etapa.

Histórico

  1. 14 out. 2026 — Registro criado no levantamento de projetos e pautas de Flávio Bolsonaro no Legislativo. Pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes.