Pular para o conteúdo
Arquivo em revisão contínua. Os registros passam por revisão de fontes e podem conter erros. Encontrou um? Veja a política de correções. Revisão editorial →
bolsonaros.com

Procedimento

Ação penal pelo homicídio de um guardador de carros (2004) — Tribunal do Júri (TJRJ), número não localizado

TJRJ — Tribunal do Júri (comarca e vara não localizadas) · Ação penal · Situação editorial: Revisão de fontes

Situação atual — verificada em 15 out. 2026

Absolvição em novo júri (janeiro de 2007), segundo reportagem de 2019; decisões e número do processo não localizados.

Partes e situação de cada uma

PessoaPapelSituação
Adriano da Nóbregaréu (então tenente da PM)Absolvido
Segundo a Exame (com Estadão Conteúdo, 25/01/2019), foi preso preventivamente em janeiro de 2004, acusado do homicídio de um guardador de carros; condenado pelo Tribunal do Júri em outubro de 2005 a 19 anos de prisão; teve a condenação anulada pelo TJRJ em 2006, com novo julgamento; deixou a prisão em outubro de 2006; e foi absolvido no novo júri em janeiro de 2007. Número do processo e decisões não localizados.

Decisões e movimentações

  1. out. 2005 Condenação · condenação pelo Tribunal do Júri, depois anulada pelo TJRJ (2006), conforme reportagem

    Adriano Magalhães da Nóbrega é condenado pelo júri a 19 anos de prisão pelo homicídio do guardador de carros; em 2006 o TJRJ anula a condenação e manda fazer novo julgamento.

  2. jan. 2007 Absolvição · veredito de novo júri, conforme reportagem

    Em novo julgamento, Adriano Magalhães da Nóbrega é absolvido.

    • Examefichaparáfrase: em janeiro de 2007, em novo julgamento, foi absolvido

Lacunas

  • Número do processo, comarca, tipificação exata (simples ou qualificado) e decisões não localizados; tudo vem de reportagem de 2019.
  • A pena do júri de 2005 é de 19 anos na reportagem e de 19 anos e 6 meses no discurso de Jair Bolsonaro na Câmara (27/10/2005).
  • A mesma reportagem diz que Adriano foi preso outras duas vezes antes da exoneração da PM (2014), acusado de atuar como segurança de contraventor; esses procedimentos não foram identificados.

Histórico

  1. 15 out. 2026 — Criação do registro na frente "milícia e Rio" (pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes).