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Arquivo em revisão contínua. Os registros passam por revisão de fontes e podem conter erros. Encontrou um? Veja a política de correções. Revisão editorial →
bolsonaros.com

Família Bolsonaro

Cristina Bolsonaro

Esposa 02 de Jair Bolsonaro (união estável)

Quando tinha 40 anos, foi trocada por uma mais nova, de 25: Michelle Bolsonaro.

Verbete do arquivo bolsonaros.com · cada afirmação aponta para a fonte

Advogada, mãe de Jair Renan Bolsonaro. Viveu em união estável com Jair Bolsonaro de 1997 a 2008, segundo O Globo; o Estado de Minas a chama de "segunda esposa" e situa o fim da relação em 2009. Trabalhou no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio de 2001 a 2008, segundo a imprensa, e foi depois assessora na Câmara de Resende e assessora parlamentar da deputada federal Celina Leão (PP-DF). Foi candidata a deputada federal pelo Rio em 2018 (Podemos) e a deputada distrital em 2022 (PP), com o nome de urna "Cristina Bolsonaro", e ficou como suplente nas duas. É uma das pessoas cuja participação é apurada na investigação do MPRJ sobre o gabinete de Carlos; não foi localizada denúncia contra ela.

Auditada — pronta para revisão humana em 14 out. 2026 — Candidaturas e partidos (2000, 2018, 2022) conferidos nas bases oficiais do TSE; união com Jair Bolsonaro conferida em três reportagens, com divergência registrada; cargos e investigação do MPRJ atribuídos à imprensa (Estadão, CartaCapital, Gazeta do Povo), sem documento oficial lido. Pronta para revisão não significa aprovação.

Última conferência: 14 out. 2026 · Situação editorial: Revisão de fontes

A. Envolvimento criminal e situação processual

  • Investigado

    Investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre suspeita de desvio de salários de assessores ("rachadinha") e de nomeação de funcionários que não trabalhariam no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio. Segundo o Estadão, o MPRJ atribuiu a Ana Cristina, ex-chefe do gabinete, "lugar de destaque" na estrutura investigada; sete parentes dela foram nomeados no gabinete; a pedido do MPRJ, a Justiça autorizou em maio de 2021 a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Carlos e de outras 26 pessoas, entre elas Ana Cristina. Em julho de 2020 ela havia sido chamada a depor ao MPRJ.

    Em setembro de 2024, o MPRJ denunciou sete funcionários e ex-funcionários do gabinete e arquivou a investigação sobre Carlos, segundo o Estadão; a reportagem não diz se Ana Cristina estava entre os denunciados nem como ficou a parte dela. Em fevereiro de 2026 a investigação foi reaberta, e a Gazeta do Povo a inclui entre as ao menos 25 pessoas cuja possível participação é apurada. Nenhuma denúncia contra ela foi localizada até 14/10/2026. Ser investigada não é ser acusada.

    Verificado em 14 out. 2026

    • Bem Paranáficha1º parágrafo ("ocupava, segundo as apurações da Promotoria, lugar de destaque"; "Ela tinha sete parentes em cargos de confiança") e parágrafo "O MP acredita" ("outras 26 pessoas tiveram os sigilos bancário e fiscal quebrados por ordem da Justiça, em maio")
    • CartaCapitalficha1º parágrafo: "Ao autorizar a quebra dos sigilos bancário e fiscal do vereador carioca Carlos Bolsonaro (Republicanos) e outras 26 pessoas, a Justiça do Rio atingiu Ana Cristina Siqueira Valle"
    • IstoÉficha1º parágrafo: "deverá prestar depoimento nesta quinta-feira, 9, ao Ministério Público do Rio"
    • O Povoficha1º parágrafo: "denunciou sete funcionários e ex-funcionários da Câmara Municipal"; "O inquérito contra o vereador foi arquivado por falta de provas."
    • Gazeta do Povoficha3º parágrafo: "As apurações indicam a possível participação de, ao menos, 25 pessoas incluindo a ex-madrasta do ex-vereador, Ana Cristina Siqueira Valle"
  • Outra situação (ver ficha)

    A CPI da Pandemia aprovou em 15/09/2021 a convocação de Ana Cristina, por requerimento do senador Alessandro Vieira, para esclarecer a relação dela com Marconny Faria, apontado como lobista da Precisa Medicamentos. Segundo o trecho do requerimento citado pela CartaCapital, mensagens extraídas de um celular em poder da CPI indicariam que ela, a pedido dele, entrou em contato com o Palácio do Planalto sobre a escolha do defensor público-geral federal.

    Convocada a depor. Não foi conferido se o depoimento ocorreu nem se o relatório final da CPI (aprovado em 26/10/2021) trata dela.

    Procedimento: senado-cpi-pandemia

    Verificado em 14 out. 2026

    • Poder360ficha1º e 2º parágrafos: "aprovou nesta 4ª feira (15.set.2021) a convocação de Ana Cristina Valle"; requerimento "apresentado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), em 3 de setembro"
    • CartaCapitalficha2º parágrafo (trecho do requerimento): "a pedido do lobista Marconny Faria, a Sra. Ana Cristina Siqueira Valle [...] entrou em contato com o Palácio do Planalto para exercer influência no processo de escolha do Defensor Público-Geral Federal"

Família

  • Viveu em união estável com Jair Bolsonaro de 1997 a 2008, segundo O Globo e O Hoje; o Estado de Minas a chama de "segunda esposa" e diz que a relação terminou "de forma litigiosa em 2009". O acervo registra a união como estável, com fim em 2008, e anota a divergência.

    • InfoMoney (republicação de O Globo)fichaparágrafo seguinte ao de Rogéria: "Veio então o casamento com Ana Cristina Valle, mãe de Jair Renan." e "A união estável durou de 1997 a 2008."
    • Estado de Minasficha6º parágrafo: "A segunda esposa foi a advogada Ana Cristina Valle, mãe de Jair Renan Bolsonaro"; 7º parágrafo: "O relacionamento entre os dois terminou de forma litigiosa em 2009"
    • O Hojeficha3º parágrafo: "Posteriormente, ele manteve uma união estável com Ana Cristina Valle, com quem teve Jair Renan."
  • É mãe de Jair Renan Valle Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, eleito vereador em Balneário Camboriú (SC) em 2024 e deputado federal por Santa Catarina em 2026. Em 2018 e 2022 concorreu com o nome de urna "Cristina Bolsonaro".

Casamentos e filhos de Jair Bolsonaro →

Cargos e mandatos

  1. Assessora na Câmara Municipal de Resende (RJ) — Câmara Municipal de Resende

    ? – atual ou não informado · Em julho de 2020, segundo o Estadão ("Hoje assessora na Câmara de Resende"). Gabinete, período e ato de nomeação não conferidos.

    • IstoÉficha3º parágrafo: "Hoje assessora na Câmara de Resende"
  2. Assessora parlamentar da deputada federal Celina Leão (PP-DF) — Câmara dos Deputados

    ? – atual ou não informado · Em exercício em abril de 2022, segundo a CartaCapital. Data de início e de saída e ato de nomeação não conferidos no portal da Câmara dos Deputados.

    • CartaCapitalfichapenúltimo parágrafo: "Ana Cristina é advogada e recebe 6,2 mil reais como assessora parlamentar da deputada federal Celina Leão (PP-DF)."
  3. Servidora comissionada no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (descrita pela imprensa como chefe de gabinete) — Câmara Municipal do Rio de Janeiro

    2001 – 2008 · Período e função segundo o Estadão (IstoÉ e Bem Paraná). Atos de nomeação e de exoneração e o nome exato do cargo não foram conferidos nesta ficha: os atos da Câmara Municipal são levantados pela frente de gabinetes.

    • IstoÉficha3º parágrafo: "Ana Cristina ficou de 2001 a 2008 lotada no gabinete de Carlos"
    • Bem Paranáficha1º parágrafo: "Ana Cristina Siqueira Valle, ex-chefe de gabinete de Carlos"; 2º parágrafo: "Até 2008, Ana trabalhou no gabinete."

Escândalos: principais episódios documentados

  • Suspeita de "rachadinha" e de funcionários fantasmas no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio: sete ex-assessores réus; investigação sobre o vereador reaberta — Assessora-Chefe do gabinete de 2001 a 2008 (DCM); alvo de quebra de sigilo em 2021; não denunciada

    O MPRJ investiga desde 2019 o gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio, depois de reportagens sobre servidores que não trabalhariam no gabinete, entre eles parentes de Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro e Assessora-Chefe do gabinete de 2001 a 2008 (Diário da Câmara Municipal). Em 2021 a Justiça autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Carlos, de Ana Cristina e de outras pessoas. Em setembro de 2024 a 3ª Promotoria arquivou a investigação quanto ao vereador e denunciou sete ex-assessores, entre eles o chefe de gabinete, Jorge Luiz Fernandes, por organização criminosa e peculato (fatos de 2005 a 2021). Em fevereiro de 2026 o arquivamento quanto a Carlos foi rejeitado na própria instituição e a investigação foi retomada; em junho de 2026, segundo reportagens, a denúncia contra os sete foi recebida. Não há sentença. Carlos Bolsonaro não é réu e nega irregularidades (ver Respostas). Vínculo profissional com o gabinete não demonstra irregularidade.

Situação dos procedimentos

Agrupados por natureza. Cada grupo segue regras próprias e não deve ser somado aos outros; o número de procedimentos não indica culpa. A situação mostrada é a desta pessoa em cada procedimento, na data de verificação.

Esfera criminal

Inquéritos, denúncias, ações penais e seus recursos e incidentes. Investigação e denúncia não são condenação.

Cronologia

  1. 19 jun. 2026 — O juiz da 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa recebe a denúncia contra os sete ex-assessores, que passam a réus por organização criminosa e peculato (data segundo a Revista Fórum). Denúncia recebida

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" e de funcionários fantasmas no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio: sete ex-assessores réus; investigação sobre o vereador reaberta

    • Revista Fórumfichatrechos: decisão "nesta sexta-feira (19)" do juiz da 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa; réus por organização criminosa e peculato; Jorge Luiz Fernandes e seis ex-assessores; junho de 2005 a dezembro de 2021; R$ 1,9 milhão
    • Correio da Manhãfichatrechos: juiz Marcello Rubioli; "a justa causa para o recebimento da denúncia restou amplamente comprovada"; Jorge Luiz Fernandes "nomeado em 2001"; Carlos Bolsonaro não acusado
    • Diario de Pernambucofichatrechos: Jorge Luiz Fernandes, "ex-chefe de gabinete do ex-vereador Carlos Bolsonaro", e seis ex-assessores tornaram-se réus; organização criminosa e peculato; 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa; investigação sobre Carlos em andamento
  2. 9 fev. 2026 — O subprocurador-geral de Justiça de Atribuição Originária rejeita o arquivamento quanto a Carlos, por considerá-lo prematuro, e manda prosseguir a investigação na 4ª Promotoria de Investigação Penal Especializada (Poder360). Suspeita sob investigação

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" e de funcionários fantasmas no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio: sete ex-assessores réus; investigação sobre o vereador reaberta

    • Poder360fichatrechos: decisão de 9 de fevereiro do subprocurador-geral de Justiça de Atribuição Originária, Marcelo Pereira Marques, que "rejeitou o arquivamento" por considerá-lo "prematuro"; remessa à 4ª Promotoria de Investigação Penal Especializada; "Carlos e outros 25 funcionários", entre eles Ana Cristina Siqueira Valle e Jorge Luiz Fernandes
  3. 12 dez. 2025 — Carlos Bolsonaro comunica a renúncia ao mandato de vereador (Ofício GVC nº 037/2025), encerrando o gabinete; a suplente toma posse em 16/12/2025. Fato documentado

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" e de funcionários fantasmas no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio: sete ex-assessores réus; investigação sobre o vereador reaberta

  4. 12 set. 2024 — A 1ª Vara Criminal Especializada devolve a denúncia ao MP e pede esclarecimentos, inclusive sobre o arquivamento quanto ao vereador (Diário do Nordeste, com base no g1). Decisão judicial

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" e de funcionários fantasmas no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio: sete ex-assessores réus; investigação sobre o vereador reaberta

    • Diário do Nordestefichaparáfrase: decisão de quinta-feira (12/09/2024) da 1ª Vara Criminal Especializada devolve o caso ao MP; aponta "inconsistência na denúncia", falta de fundamentos para o arquivamento e imprecisão na tipificação de organização criminosa; o juiz vê "contradição" no arquivamento quanto ao vereador
  5. 5 set. 2024 — A 3ª Promotoria de Investigação Penal Especializada arquiva a investigação quanto ao vereador e denuncia sete ex-assessores, apontando o chefe de gabinete como líder; fatos de 2005 a 2021; pelo menos R$ 1,7 milhão. Denúncia oferecida

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" e de funcionários fantasmas no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio: sete ex-assessores réus; investigação sobre o vereador reaberta

    • Agência Brasilfichatrechos: 3ª Promotoria "ofereceu denúncia, no dia 5 deste mês"; "Jorge Luiz Fernandes, que exercia o cargo de chefe de gabinete do vereador"; "entre os anos de 2005 e 2021"; "pelo menos R$ 1,7 milhão"
    • Poder360fichalista dos sete denunciados (Jorge Luiz Fernandes, Juciara da Conceição Raimundo da Cunha, Alexander Florindo Baptista Junior, Thiago Medeiros da Silva, José Francisco dos Santos, Andrea Cristina da Cruz Martins, Regina Célia Sobral Fernandes); arquivamento quanto ao vereador; 1ª Vara Criminal Especializada
  6. mai. 2021 — A 1ª Vara Criminal Especializada autoriza a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Carlos Bolsonaro, de Ana Cristina Siqueira Valle e de outras pessoas e empresas, segundo reportagens de setembro de 2021. Carlos chamou a apuração de 'fatos requentados'. Decisão judicial

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" e de funcionários fantasmas no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio: sete ex-assessores réus; investigação sobre o vereador reaberta

    • Jornal do Brasilfichatrechos: investigação aberta em junho de 2019; quebra de sigilo autorizada em maio pela 1ª Vara Criminal Especializada; quatro ex-servidores parentes de Ana Cristina Valle (Gilmar Marques, 2001–2008; André Luís Procópio, 2001–2008; Andrea Siqueira Valle, 2006–2008; Marta da Silva Valle, 2001–2009); reação de Carlos: "fatos requentados"
    • CartaCapitalfichatrechos: quebra dos sigilos bancário e fiscal de Carlos Bolsonaro "e outras 26 pessoas"; Ana Cristina Siqueira Valle, ex-funcionária do gabinete, e a irmã Andrea Valle entre os alvos; suspeita de peculato com nomeação de "fantasmas"
  7. 2019 — O MPRJ abre investigação sobre o gabinete, depois de reportagens sobre servidores que não trabalhariam nele, entre eles parentes de Ana Cristina Valle (junho de 2019, segundo a Folhapress). Suspeita sob investigação

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" e de funcionários fantasmas no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio: sete ex-assessores réus; investigação sobre o vereador reaberta

    • Jornal do Brasilfichatrechos: investigação aberta em junho de 2019; quebra de sigilo autorizada em maio pela 1ª Vara Criminal Especializada; quatro ex-servidores parentes de Ana Cristina Valle (Gilmar Marques, 2001–2008; André Luís Procópio, 2001–2008; Andrea Siqueira Valle, 2006–2008; Marta da Silva Valle, 2001–2009); reação de Carlos: "fatos requentados"
  8. 1 abr. 2008 — Ana Cristina Siqueira Valle é exonerada do cargo de Assessora-Chefe do gabinete (DCM de 03/04/2008). Fato documentado

    Dossiê: Suspeita de "rachadinha" e de funcionários fantasmas no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio: sete ex-assessores réus; investigação sobre o vereador reaberta

    • primáriaDCM-RJ (dcmdigital.camara.rj.gov.br)fichap. 25: Res. "P" nº 294, "EXONERAR ANA CRISTINA SIQUEIRA VALLE [...] do Cargo em Comissão de Assessor-Chefe, símbolo DAS-10A, no Gabinete do Vereador Carlos Bolsonaro, com validade a partir de 1º de abril de 2008"

Ver os 10 eventos na cronologia →

Lacunas e limitações

  • Atos de nomeação e exoneração na Câmara Municipal do Rio (2001–2008) não consultados nesta ficha; o levantamento dos atos dos gabinetes de Carlos e Flávio é feito por outra frente.
  • Cargo na Câmara dos Deputados (gabinete de Celina Leão): data de início, de saída e ato de nomeação não conferidos no portal da Câmara.
  • Cargo na Câmara Municipal de Resende: gabinete, período e ato não conferidos.
  • Investigação do MPRJ sobre o gabinete de Carlos: número do procedimento, peças do MPRJ e decisão de quebra de sigilo não consultados; não há registro do procedimento no acervo. A situação dela no arquivamento de 2024 e na reabertura de 2026 está sustentada só pela imprensa.
  • CPI da Pandemia: requerimento, eventual depoimento e menção no relatório final não conferidos.
  • Candidatura de 2000 (ANA CRISTINA SIQUEIRA VALLE MENDES): identificada pelo nome e pela data de nascimento na base do TSE; nenhuma reportagem lida a confirma.
  • Não foram lidas nem registradas reportagens sobre áudios atribuídos a parentes dela (gabinete de Jair Bolsonaro na Câmara) nem sobre compras de imóveis; nenhum procedimento específico sobre esses temas foi identificado nas fontes lidas.

Histórico

  1. 14 out. 2026 — Criação do registro (frente família; pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes). Foto do registro de candidatura de 2022 no TSE.