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bolsonaros.com

Procedimento

Investigação do MPRJ sobre o gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal do Rio (suspeita de 'rachadinha' e de funcionários fantasmas) — arquivada quanto ao vereador em 2024 e reaberta em 2026

MPRJ — 3ª Promotoria de Investigação Penal Especializada da Capital (até 2024); Subprocuradoria-Geral de Justiça de Atribuição Originária (2026); 4ª Promotoria de Investigação Penal Especializada (a partir de 2026). Medidas cautelares: 1ª Vara Criminal Especializada (TJRJ) · Outro · Situação editorial: Revisão de fontes

Auditada — pronta para revisão humana em 14 out. 2026 — Etapas conferidas em reportagens (comparadas); nenhum documento oficial do procedimento acessível (sigilo).

Situação atual — verificada em 14 out. 2026

Em andamento, sob sigilo: reaberta em fevereiro de 2026 e remetida à 4ª Promotoria de Investigação Penal Especializada, segundo o Poder360 (25/02/2026). Número do procedimento não localizado. Nenhuma denúncia contra Carlos Bolsonaro até 14/10/2026 nas fontes lidas.

Partes e situação de cada uma

PessoaPapelSituação
Carlos Nantes Bolsonaroinvestigado; titular do gabineteInvestigado
Alvo de quebra de sigilo bancário e fiscal autorizada em 2021 (reportagens). Investigação arquivada quanto a ele pela 3ª Promotoria em setembro de 2024; o arquivamento foi rejeitado na própria instituição em 09/02/2026 e a apuração retomada (Poder360). Não denunciado.
Ana Cristina Siqueira Valleinvestigada; ex-Assessora-Chefe do gabinete (2001–2008, DCM)Investigado
Alvo de quebra de sigilo bancário e fiscal em 2021 (reportagens); citada em 2026 entre as pessoas que, segundo o MP, teriam participado do esquema (Poder360). Não denunciada na ação de 2024. Situação individual atual não confirmada em documento.
Jorge Luiz Fernandesinvestigado; denunciado em 2024 em ação própriaRéu (denúncia recebida)
Ver tjrj-acao-penal-rachadinha-gabinete-carlos-cmrj.

Decisões e movimentações

  1. 2019 Fato documentado

    Abertura da investigação do MPRJ sobre o gabinete, depois de reportagens sobre servidores que não trabalhariam no gabinete, entre eles parentes de Ana Cristina Siqueira Valle. A data diverge: junho de 2019 (JB/Folhapress) ou setembro de 2019 (Brasil de Fato, não cadastrado).

    • Jornal do Brasilfichatrechos: investigação aberta em junho de 2019; quebra de sigilo autorizada em maio pela 1ª Vara Criminal Especializada; quatro ex-servidores parentes de Ana Cristina Valle (Gilmar Marques, 2001–2008; André Luís Procópio, 2001–2008; Andrea Siqueira Valle, 2006–2008; Marta da Silva Valle, 2001–2009); reação de Carlos: "fatos requentados"
  2. mai. 2021 Decisão judicial

    A 1ª Vara Criminal Especializada autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Carlos Bolsonaro, de Ana Cristina Siqueira Valle e de outras pessoas e empresas (26 pessoas além de Carlos, segundo o Estadão; 25 ou 26, segundo a Folhapress), segundo reportagens de setembro de 2021. Decisão não lida.

    • Jornal do Brasilfichatrechos: investigação aberta em junho de 2019; quebra de sigilo autorizada em maio pela 1ª Vara Criminal Especializada; quatro ex-servidores parentes de Ana Cristina Valle (Gilmar Marques, 2001–2008; André Luís Procópio, 2001–2008; Andrea Siqueira Valle, 2006–2008; Marta da Silva Valle, 2001–2009); reação de Carlos: "fatos requentados"
    • CartaCapitalfichatrechos: quebra dos sigilos bancário e fiscal de Carlos Bolsonaro "e outras 26 pessoas"; Ana Cristina Siqueira Valle, ex-funcionária do gabinete, e a irmã Andrea Valle entre os alvos; suspeita de peculato com nomeação de "fantasmas"
  3. 5 set. 2024 Arquivamento

    A 3ª Promotoria arquivou a investigação quanto ao vereador, por falta de indícios suficientes (segundo a Agência Brasil, viu 'apenas uma infração administrativa'), e denunciou sete ex-assessores em ação própria. Arquivamento não prova inexistência dos fatos.

    • Agência Brasilfichatrechos: 3ª Promotoria "ofereceu denúncia, no dia 5 deste mês"; "Jorge Luiz Fernandes, que exercia o cargo de chefe de gabinete do vereador"; "entre os anos de 2005 e 2021"; "pelo menos R$ 1,7 milhão"
    • Poder360fichalista dos sete denunciados (Jorge Luiz Fernandes, Juciara da Conceição Raimundo da Cunha, Alexander Florindo Baptista Junior, Thiago Medeiros da Silva, José Francisco dos Santos, Andrea Cristina da Cruz Martins, Regina Célia Sobral Fernandes); arquivamento quanto ao vereador; 1ª Vara Criminal Especializada
  4. 9 fev. 2026 Decisão judicial · decisão do subprocurador-geral de Justiça de Atribuição Originária (MPRJ), não judicial

    O subprocurador-geral de Justiça Marcelo Pereira Marques rejeitou o arquivamento, por considerá-lo prematuro, e mandou prosseguir as investigações na 4ª Promotoria de Investigação Penal Especializada; a reportagem atribui ao MP que 'Carlos e outros 25 funcionários' teriam participado do esquema. Segundo o Diário de Pernambuco, a revisão começou porque um juiz discordou do arquivamento.

    • Poder360fichatrechos: decisão de 9 de fevereiro do subprocurador-geral de Justiça de Atribuição Originária, Marcelo Pereira Marques, que "rejeitou o arquivamento" por considerá-lo "prematuro"; remessa à 4ª Promotoria de Investigação Penal Especializada; "Carlos e outros 25 funcionários", entre eles Ana Cristina Siqueira Valle e Jorge Luiz Fernandes
    • Diario de Pernambucofichatrechos: Jorge Luiz Fernandes, "ex-chefe de gabinete do ex-vereador Carlos Bolsonaro", e seis ex-assessores tornaram-se réus; organização criminosa e peculato; 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa; investigação sobre Carlos em andamento

Lacunas

  • Número do procedimento (PIC ou inquérito), lista oficial de investigados e decisões de 2021 e 2026 (sigilo).
  • A classificação 'decisao_judicial' da revisão de 09/02/2026 é aproximação do esquema: trata-se de decisão interna do MPRJ (ver campo natureza).
  • Data de abertura (junho × setembro de 2019).

Dossiês

Histórico

  1. 14 out. 2026 — Criação do registro (lote 6, pendências §3 — gabinetes, conclusão; pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes).