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bolsonaros.com

Políticos · rede de Jair Bolsonaro

Bia Kicis

Verbete do arquivo bolsonaros.com · cada afirmação aponta para a fonte

deputada federal (PL-DF) desde 2019; ex-vice-líder do governo Bolsonaro e ex-presidente da CCJ da Câmara; condenada em 1ª instância a indenizar Jean Wyllys (2021); investigada no Inq 4828 do STF (arquivado em 2021)

Situação editorial: Revisão de fontes

Apoio a Jair Bolsonaro

Foi vice-líder do governo Bolsonaro no Congresso até ser dispensada pelo presidente em julho de 2020, quando a imprensa a descrevia como integrante da ala bolsonarista mais próxima do Planalto. Em março de 2021 foi eleita presidente da CCJ da Câmara com o apoio declarado de Bolsonaro à sua candidatura. Filiou-se ao PL em 2022.

  • Estado de Minasfichatrechos: "a dispensa da deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) da vice-liderança do governo"; "A parlamentar integra a ala bolsonarista mais próxima do Planalto"
  • A Gazetafichatrechos: "Bia Kicis é uma deputada federal muito próxima ao presidente Jair Bolsonaro"; Bolsonaro "defendia sua candidatura"

Processos e investigações

Investigação, indiciamento e denúncia não são condenação. Etiquetas: vermelho, condenado; amarelo, réu sem condenação por aquele crime; verde, investigado ou indiciado.

Esfera criminal

  • Inquérito 4781 (STF) — "inquérito das fake news": notícias fraudulentas, ameaças e ataques ao STF e a seus integrantes Investigado

    Na decisão de 26/05/2020, uma publicação do perfil dela (5 de maio de 2020) aparece entre os exemplos de mensagens dos investigados que, segundo o relator, indicavam alinhamento com o suposto esquema; o dispositivo determinou a oitiva dela pela PF (item 5) e ofício às redes sociais para preservar o conteúdo de suas postagens (item 6). Ela não foi alvo de busca nessa decisão. Nenhum crime é atribuído a ela individualmente no documento lido. Investigação não é acusação nem culpa.

    STF — instaurado pela Presidência (Portaria GP nº 69/2019); relator designado Min. Alexandre de Moraes até 09/09/2026; desde então conduzido pela Presidência do STF · Verificado em 14 out. 2026

  • Inquérito 4828 (STF) — atos antidemocráticos de 2020 Arquivado

    Citada pela imprensa entre os dez deputados e um senador cujo sigilo bancário foi quebrado no inquérito sobre a organização e o financiamento de atos antidemocráticos. Em junho de 2021 a PGR pediu o arquivamento da investigação contra os congressistas por falta de indícios; em 01/07/2021 o relator arquivou o Inq 4828 e determinou a abertura de novo inquérito (Inq 4874). Arquivamento não é declaração de inocência nem de culpa.

    Supremo Tribunal Federal — relator Alexandre de Moraes · Verificado em 15 out. 2026

Esfera cível, administrativa e de controle

  • Ação de indenização de Jean Wyllys contra Bia Kicis por postagens que o ligavam ao atentado a Bolsonaro (Juizado Especial Cível do Rio) Condenado (cabe recurso)

    Condenação a reparar danos morais: R$ 41.800, a Jean Wyllys (ex-deputado federal) — 1ª instância.

    Condenada em 1ª instância (22/03/2021) a pagar R$ 41,8 mil a Jean Wyllys, a remover as postagens que o associavam ao atentado contra Jair Bolsonaro e a publicar retratação. O juiz afastou a imunidade parlamentar por não haver relação das postagens com o mandato. Cabia recurso; o desfecho não foi localizado.

    TJRJ — Juizado Especial Cível da Comarca do Rio de Janeiro (5º segundo o Metrópoles; 6º segundo o Correio Braziliense), juiz Fernando Rocha Lovisi · Verificado em 15 out. 2026

Cargos

Filiação partidária

Histórico

  • 15 out. 2026

    Retrato criado pela frente de parlamentares condenados (pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes).

  • 15 out. 2026

    Nome público definido como "Bia Kicis" (nome pelo qual a pessoa é conhecida e buscada; o nome completo segue em "nome").