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Declaração · Economia, trabalho e políticas sociais · Pandemia, saúde pública e vacinação · Atuação parlamentar dos filhos

Na Câmara, Eduardo Bolsonaro atribui a inflação a uma alta mundial e diz que Bolsonaro "não fechou sequer uma lojinha"

Eduardo Nantes Bolsonaro · 12 abr. 2022 · Fala pela ordem em Breves Comunicações na sessão da Câmara dos Deputados, como deputado federal (PL-SP) · Plenário da Câmara dos Deputados, Brasília · Plenário da Câmara dos Deputados (notas taquigráficas) · Situação editorial: Revisão de fontes

Auditada — pronta para revisão humana em 14 out. 2026 — Texto conferido na nota taquigráfica oficial (API da Câmara). Pronta para revisão não significa aprovação.

Registro em revisão de fontes; não publicado.

“A Esquerda vive dizendo, prezado Deputado Coronel, que o Presidente Bolsonaro é culpado pela inflação, o aumento do preço do feijão, do arroz, da gasolina, ignorando que o mundo inteiro está vivendo uma alta inflacionária e ignorando também que Bolsonaro foi o único que não fechou sequer uma lojinha. O Presidente é sensível, conhece a realidade das pessoas brasileiras, que muitas vezes, ou em sua maioria, não têm dinheiro para ficar uma semana em casa, como o pessoal da grande mídia, que gosta de quarentenar e postar foto com vinho e queijos caros.”

Transcrição conferida no registro original · marcação de tempo: Fala iniciada às 15h36 (dataHoraInicio da API); Diário da Câmara dos Deputados de 13/04/2022, p. 47

Registro original:

Contexto

Antes da fala: Abriu com cumprimento ao presidente da sessão e anunciou que falaria sobre "a ordem de prioridade da Esquerda".

O parágrafo é o único da fala sobre economia; o restante trata de outros temas, por isso não é reproduzido.

Depois da fala: Em seguida, disse que a esquerda usa a inflação para atacar opositores, criticou a proposta de CPI sobre o MEC do senador Randolfe Rodrigues, a quem dirigiu ataque pessoal, listou escândalos de governos anteriores e criticou Lula e Geraldo Alckmin sobre armas, militares e aborto.

Por que importa

Deputado federal atribuiu a alta de preços no Brasil a um fenômeno mundial e defendeu a posição do governo contra fechamentos na pandemia.

Esclarecimentos e retratações

Nenhum esclarecimento ou retratação localizado na pesquisa.

Checagens

Limitações

  • Áudio e vídeo da sessão não consultados; a nota taquigráfica é "sem revisão do orador".
  • "o mundo inteiro está vivendo uma alta inflacionária" foi checada no Lote 6 com dados da OCDE, do G20 e do FMI (ver checagem ligada); o uso da frase para afastar a culpa do presidente pela inflação não recebeu veredito (juízo político), e a checagem descreve a avaliação do Banco Central sobre as causas da inflação de 2021. "Bolsonaro foi o único que não fechou sequer uma lojinha" não especifica comparação e não foi tratada como verificável.

Histórico

  1. 14 out. 2026 — Registro criado na recuperação de pautas de Eduardo, Flávio e Carlos Bolsonaro (Lote 5, item 2). Pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes.
  2. 14 out. 2026 — Lote 6, §3: checagem ligada (chk-eduardo-2022-04-12-camara-inflacao-mundial). Só os campos "checagens" e "historico" foram alterados; texto e conferência não foram reabertos. interno · fora da versão pública
  3. 14 out. 2026 — Lacuna atualizada depois das checagens do Lote 6. Antes: "o mundo inteiro está vivendo uma alta inflacionária" é verificável e foi listada como candidata a checagem no inventário (faltam séries comparáveis de inflação do IBGE e de organismos internacionais para o período). "Bolsonaro foi o único que não fechou sequer uma lojinha" não especifica comparação e não foi tratada como verificável. interno · fora da versão pública
  4. 14 out. 2026 — Lacuna atualizada após o reexame do veredito da checagem ligada (pendências de 14/10/2026, §1). Antes: "o mundo inteiro está vivendo uma alta inflacionária" foi checada no Lote 6 com dados da OCDE e do G20 de fevereiro de 2022 (ver checagem ligada). "Bolsonaro foi o único que não fechou sequer uma lojinha" não especifica comparação e não foi tratada como verificável. interno · fora da versão pública