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bolsonaros.com

Declaração · Segurança pública, armas e violência política · Atuação parlamentar dos filhos

No Senado, Flávio Bolsonaro defende o decreto de armas assinado por Jair Bolsonaro e diz que ele "restabelece a vontade da população"

Flávio Bolsonaro · 8 mai. 2019 · Fala pela ordem na 66ª Sessão Deliberativa Ordinária do Senado, como senador (PSL-RJ), um dia após a assinatura de decreto presidencial sobre armas · Plenário do Senado Federal, Brasília · Plenário do Senado Federal (texto integral pela API de Dados Abertos; DSF de 09/05/2019, pp. 75–77) · Situação editorial: Revisão de fontes

Auditada — pronta para revisão humana em 14 out. 2026 — Texto conferido no texto integral oficial do Senado. Pronta para revisão não significa aprovação.

Registro em revisão de fontes; não publicado.

“Vejo alguns Senadores encherem o peito, os seus pulmões de ar, para falarem em democracia, como se o que está acontecendo neste momento com relação à legislação de armas fosse algum atentado à democracia, algum desrespeito a esta Casa. [...] Então, esse decreto que foi assinado ontem, com muita coragem, restabelece a vontade da população, tanto do referendo de 2005, como dessas eleições de 2018. [...] Esse decreto foi até onde a lei permitia, Senador Marcos do Val, até o limite da lei, o que podia ser feito por decreto. A partir de agora é com o Congresso – somos nós, Senadores, e a Câmara dos Deputados, aqui ao lado – para que, se Deus quiser, avance ainda mais, porque muitas coisas precisam avançar. [...] Hoje as atrocidades acontecem porque as pessoas de bem estão desarmadas.”

Transcrição conferida no registro original · marcação de tempo: DSF de 09/05/2019, pp. 75–77 (a API não informa horário)

Registro original:

Contexto

Antes da fala: Abriu dizendo que queria "restabelecer a verdade" diante de senadores que criticavam o decreto. Citou o referendo de 2005 e afirmou que só "os marginais" têm porte de arma liberado no país.

O texto oficial não informa o número do decreto, apenas que foi "assinado ontem" (07/05/2019). O número e o teor do decreto não foram conferidos nesta etapa.

Depois da fala: Disse que o decreto "deu segurança jurídica" para quem tem arma em propriedade rural, mas que não liberou o porte, o que "não é possível fazer por decreto". Cumprimentou o governador Wilson Witzel, presente no plenário, e afirmou: "A Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia denuncia o Governador à ONU por ele estar matando vagabundos!" (§ 9). Pediu prioridade para projetos penais, como a PEC de redução da maioridade penal, criticou institutos de pesquisa e terminou parabenizando "os colecionadores, atiradores e caçadores".

Por que importa

Senador defendeu no plenário a ampliação do acesso a armas por decreto e pediu ao Congresso que avançasse na mesma linha.

Esclarecimentos e retratações

Nenhum esclarecimento ou retratação localizado na pesquisa.

Dossiês relacionados

Limitações

  • Número e texto do decreto de 07/05/2019 não conferidos no Diário Oficial.
  • Afirmação verificável candidata a checagem: "mais de 64%" da população favorável ao direito à legítima defesa no referendo de 2005 (o resultado oficial do TSE não foi consultado).
  • DSF e vídeo da sessão não consultados.
  • Reações de terceiros fora do plenário não pesquisadas nesta etapa.

Histórico

  1. 14 out. 2026 — Registro criado no levantamento de projetos e pautas de Flávio Bolsonaro no Legislativo. Pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes.