Pular para o conteúdo
Prévia editorial — não publicada. Os registros abaixo estão em revisão de fontes e podem conter erros. Não compartilhe como versão final. Revisão editorial →
bolsonaros.com

Declaração · Meio ambiente, desmatamento e povos indígenas · Relações internacionais e diplomacia

Na ONU, Jair Bolsonaro diz que a Amazônia "permanece praticamente intocada" e que a TI Yanomami tem 95 mil km² para "apenas 15 mil índios"

Jair Bolsonaro · 24 set. 2019 · Discurso de abertura do Debate Geral da 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas · Sede das Nações Unidas, Nova York · Assembleia Geral da ONU (texto oficial publicado pelo governo) · Situação editorial: Revisão de fontes

Auditada — pronta para revisão humana em 14 out. 2026 — Texto conferido no texto oficial publicado pela FUNAG (gov.br). Pronta para revisão não significa aprovação.

Revisão editorial assistida por IA em 14 out. 2026 — pendente de aprovação humana

Registro em revisão de fontes; não publicado.

“Nossa Amazônia é maior que toda a Europa Ocidental e permanece praticamente intocada. Prova de que somos um dos países que mais protegem o meio ambiente. Nesta época do ano, o clima seco e os ventos favorecem queimadas espontâneas e criminosas. Vale ressaltar que existem também queimadas praticadas por índios e populações locais, como parte de sua respectiva cultura e forma de sobrevivência. [...] Hoje, 14% do território brasileiro está demarcado como terra indígena, mas é preciso entender que nossos nativos são seres humanos, exatamente como qualquer um de nós. [...] E esses territórios são enormes. A reserva Ianomâmi, sozinha, conta com aproximadamente 95 mil km2, o equivalente ao tamanho de Portugal ou da Hungria, embora apenas 15 mil índios vivam nessa área. [...] Ela não está sendo devastada e nem consumida pelo fogo, como diz mentirosamente a mídia.”

Transcrição conferida no registro original

Registro original:

Contexto

Antes da fala: O trecho sobre a Amazônia abre com "Senhorita Ysany Kalapalo, agora vamos falar de Amazônia" e com a afirmação de que o governo tem "um compromisso solene com a preservação do meio ambiente".

No trecho citado, o próprio presidente trata das queimadas na Amazônia ("Nesta época do ano, o clima seco e os ventos favorecem queimadas espontâneas e criminosas").

Depois da fala: O presidente afirmou que "É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade", acusou "um ou outro país" de espírito colonialista, disse que o cacique Raoni é usado "como peça de manobra por governos estrangeiros" e que o Brasil "não vai aumentar para 20% sua área já demarcada como terra indígena". A frase final do trecho citado ("Ela não está sendo devastada...") vem mais adiante, ao convidar estrangeiros a visitar a Amazônia.

Por que importa

Posição oficial do governo brasileiro, na abertura da Assembleia Geral da ONU, sobre desmatamento, queimadas e terras indígenas.

Esclarecimentos e retratações

Nenhum esclarecimento ou retratação localizado na pesquisa.

Checagens

Limitações

  • Vídeo do discurso não comparado com o texto oficial.
  • "Praticamente intocada" e "não está sendo devastada" são avaliações; não foram transformadas em checagem. A afirmação sobre 14% do território foi checada no Lote 6 com dados da FUNAI de setembro de 2019 (ver checagem ligada).
  • Contexto a documentar: alta de queimadas na Amazônia em agosto de 2019 (dados do INPE) e discussão do tema no G7, sem fonte no registro.

Histórico

  1. 14 out. 2026 — Registro criado no Lote 4, Grupo C — direitos humanos e meio ambiente (pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes).
  2. 14 out. 2026 — Revisão editorial assistida — correção (contexto): antes «O discurso ocorreu após a alta de queimadas na Amazônia em agosto de 2019 e a discussão do tema no G7.» / depois «No trecho citado, o próprio presidente trata das queimadas na Amazônia ("Nesta época do ano, o clima seco e os ventos favorecem queimadas espontâneas e criminosas").» — a alta de queimadas em agosto de 2019 e a discussão no G7 não têm evidência no registro; contexto reduzido ao que o texto oficial sustenta e o restante movido para lacunas (folha, pendência 4). interno · fora da versão pública
  3. 14 out. 2026 — Revisão editorial assistida — correção (lacunas): acrescentado «Contexto a documentar: alta de queimadas na Amazônia em agosto de 2019 (dados do INPE) e discussão do tema no G7, sem fonte no registro.». interno · fora da versão pública
  4. 14 out. 2026 — Revisão editorial assistida (pendente de aprovação humana): contexto reduzido ao que o texto oficial sustenta; ponto sem fonte movido para lacunas.
  5. 14 out. 2026 — Auditoria das transcrições literais (pendente de aprovação humana): conferência registrada em campo próprio (fidelidade, tipo de fonte, método, data, localizador e cópia preservada).
  6. 14 out. 2026 — Lote 6, §3: checagem ligada (chk-jair-2019-09-24-onu-14-por-cento-terras-indigenas). Só os campos "checagens" e "historico" foram alterados; texto e conferência não foram reabertos. interno · fora da versão pública
  7. 14 out. 2026 — Lacuna atualizada depois das checagens do Lote 6. Antes: "Praticamente intocada" e "não está sendo devastada" são avaliações; não foram transformadas em checagem. A afirmação sobre 14% do território não foi checada por falta de dado oficial de 2019 lido nesta etapa (IBGE: 12,5% em 2010). interno · fora da versão pública