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Declaração · Declarações sobre mulheres, população negra, LGBTQIA+ e outros grupos

Em entrevista, Nikolas Ferreira diz que continuará a chamar Duda Salabert de “ele”: “Ele é homem”

Nikolas Ferreira · dez. 2020 · Entrevista concedida em dezembro de 2020, quando era vereador eleito de Belo Horizonte (antes da diplomação), segundo as reportagens; o dia e o veículo da entrevista original não são informados com precisão · Belo Horizonte (MG) · Entrevista a veículo de imprensa (o Diário do Nordeste cita o Estado de Minas); original não localizado.

“Eu ainda irei chamá-la de "ele". Ele é homem. É isso o que está na certidão dele, independentemente do que ele acha que é”

Transcrição publicada por veículo — original não consultado · transcrição de Poder360, 30/04/2023 (transcrição do veículo; entrevista original não consultada).

Outras fontes:

De onde vem este texto

Texto literal conforme a reportagem consultada; não conferido na gravação original.

Como a fonte reproduz a fala
A fonte transcreve a fala diretamente.
Base que a fonte declara
O Poder360 cita a frase entre aspas ao relatar a decisão judicial; não informa a gravação.
Gravação original
não localizada.
Observação
Texto conforme a reportagem; entrevista original não consultada.

Trechos da fonte que sustentam esta descrição:

Contexto

A destinatária da fala é Duda Salabert, hoje deputada federal (PDT-MG), segundo as reportagens. Há registro próprio da ação em procedimentos (tjmg-acao-duda-salabert-nikolas-ferreira).

Por que importa

A fala deu origem a condenação civil por danos morais, mantida em segunda instância e pelo STJ, segundo a imprensa.

Esclarecimentos e retratações

  • Reafirmação 11 jun. 2025

    Segundo a Gazeta do Povo, ao comentar a decisão nas redes, ele escreveu: “Não. Por opinião. Chamei XY de homem”. Publicação original no X não consultada.

Reações e consequências documentadas

  • Decisão judicial

    Primeira instância (33ª Vara Cível de Belo Horizonte): indenização por danos morais de R$ 80 mil, segundo o Poder360; embargos rejeitados em decisão publicada em 26/04/2023.

    • Poder360ficharelato da decisão de primeira instância e dos embargos
  • Decisão judicial

    O TJMG manteve a condenação por unanimidade em 05/12/2023 e reduziu a indenização para R$ 30 mil, segundo o Diário do Nordeste.

  • Decisão judicial

    Em 10/06/2025, o STJ encerrou o último recurso, segundo a Gazeta do Povo. O trânsito em julgado não foi conferido em fonte oficial.

Limitações

  • A entrevista original não foi localizada; a frase vem do Poder360 e a data é apenas “dezembro de 2020”.
  • Os acórdãos do TJMG e do STJ não foram lidos; valores e datas vêm da imprensa.
  • O partido de Nikolas Ferreira em 2020 não consta nas fontes lidas e não é informado aqui.

Histórico

  1. 18 out. 2026 — Registro criado no lote 2 de Pautas e posições (frente discriminação). Pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes, aprovação editorial e autorização de publicação.