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Procedimento

Ação penal pela morte de quatro jovens após saída da casa de shows Via Show (2003) — Tribunal do Júri de Duque de Caxias (TJRJ), número não localizado

TJRJ — Tribunal do Júri / 4ª Vara Criminal de Duque de Caxias, segundo reportagem · Ação penal · Situação editorial: Revisão de fontes

Situação atual — verificada em 15 out. 2026

Condenação em 1º grau (júri de 11/10/2022) noticiada pela imprensa; recurso anunciado pela defesa; situação recursal não localizada até 15/10/2026. Número do processo e sentença não localizados.

Partes e situação de cada uma

PessoaPapelSituação
Major Ronaldréu (major da PM, apontado na época como chefe dos policiais que faziam a segurança da casa de shows)Condenado (cabe recurso)
Condenado pelo Tribunal do Júri de Duque de Caxias em 11/10/2022, segundo reportagens, a 76 anos e 8 meses de prisão por quatro homicídios duplamente qualificados (quatro jovens mortos em dezembro de 2003) e pela ocultação do cadáver de uma das vítimas. A defesa anunciou recurso; resultado não localizado. Sentença não lida.

Decisões e movimentações

  1. 11 out. 2022 Condenação · sentença após veredito do Conselho de Sentença (Tribunal do Júri de Duque de Caxias), conforme reportagens; decisão não lida

    Ronald Paulo Alves Pereira é condenado a 76 anos e 8 meses de prisão por quatro homicídios duplamente qualificados, cometidos em 2003 contra jovens que saíam da casa de shows Via Show, e pela ocultação do cadáver de um deles. Segundo o Extra, o processo voltou a tramitar no TJRJ depois de o STJ determinar sua reabertura, em 2017.

    • Correio (Salvador)fichatrechos: "4ª Vara Criminal de Duque de Caxias"; "76 anos e oito meses de prisão"; quatro "homicídios duplamente qualificados"; ocultação do corpo de uma das vítimas
    • TNH1fichatrechos: julgado "no último dia 11"; reabertura determinada pelo STJ em 2017; advogado afirma que vai recorrer

Lacunas

  • Número do processo, sentença e nota oficial do TJRJ não localizados.
  • Decisão do STJ de 2017 que, segundo o Extra, reabriu o processo não localizada (não se sabe se houve impronúncia, absolvição ou arquivamento anterior).
  • Recurso da defesa e eventual trânsito em julgado não verificados.

Histórico

  1. 15 out. 2026 — Criação do registro na frente "milícia e Rio" (pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes).