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Procedimento

Ação de indenização de uma professora contra Carla Zambelli e Gustavo Gayer por divulgação de seu número de telefone (21ª Vara Cível, TJSP)

TJSP — 21ª Vara Cível (1ª instância) · Ação civil · Situação editorial: Revisão de fontes

Situação atual — verificada em 15 out. 2026

Condenação em 1ª instância (agosto de 2024), sujeita a recurso; desfecho não conferido.

Partes e situação de cada uma

PessoaPapelSituação
Carla Zambelliré em ação cível (não penal) de indenização por danos moraisCondenado (cabe recurso)
Condenada em 1ª instância (sentença noticiada em 08/08/2024) a indenizar uma professora em R$ 3 mil por ter divulgado nas redes, sem ocultar o número, a captura de uma mensagem privada que a professora lhe enviara. O pedido de indenização da deputada contra a professora foi rejeitado. Cabe recurso.
Gustavo Gayerréu em ação cível (não penal) de indenização por danos moraisCondenado (cabe recurso)
Condenado na mesma sentença por ter reforçado a divulgação, numa live no Instagram, dos dados da professora. Cabe recurso.

Decisões e movimentações

  1. ago. 2024 Decisão judicial · sentença de 1ª instância

    A 21ª Vara Cível de São Paulo condena Carla Zambelli e Gustavo Gayer a indenizar uma professora em R$ 3 mil (a professora pedia R$ 117 mil) e rejeita o pedido da deputada contra ela.

    • CartaCapitalficha"da 21ª Vara Cível, que fixou a indenização em 3 mil reais, valor significativamente inferior aos 117 mil reais solicitados"; "Deputados do PL deverão indenizar educadora em 3 mil reais"; "Ainda cabe recurso"
    • Metrópolesfichapublicada em 08/08/2024: "determinou uma indenização de R$ 3 mil à professora"; "Na mesma ação também foi condenado o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO)"

Lacunas

  • Data exata da sentença e número do processo não lidos (data registrada pelo mês da publicação das reportagens).
  • As fontes não dizem expressamente se os R$ 3 mil são devidos em conjunto (registrado como solidária, por inferência da redação "deverão indenizar educadora em 3 mil reais"); conferir na sentença.
  • Nome da juíza grafado de forma diferente por CartaCapital e Metrópoles; omitido.
  • Recurso e trânsito em julgado não conferidos.

Histórico

  1. 15 out. 2026 — Registro criado pela frente de parlamentares condenados (parl-2b; pesquisa assistida; aguarda revisão humana de fontes).